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Conab tem aproximadamente meio bilhão de reais para formar estoques reguladores

O presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto, disse que a companhia tem aproximadamente meio bilhão de reais para formar estoques reguladores neste ano, garantindo, segundo Pretto, a contribuição da empresa na tarefa de manter os preços dos alimentos em patamares acessíveis à população.

“Agora temos orçamento e estrutura para comprar comida, a preço justo, direto do produtor, e fazer estoque para, quando o preço subir para o consumidor, a gente possa colocar esse produto no mercado e equilibrar o preço”, afirmou o presidente, em entrevista ao programa A Voz do Brasil.

Este ano, a Conab recebeu um reforço de R$ 350 milhões para adquirir e estocar alimentos. De acordo com dirigente da Conab, o objetivo maior é reduzir preços e distribuir comida de qualidade. Ele afirmou que a queda dos preços já se manifesta, como no caso do arroz que, segundo ele, caiu 6,24% em fevereiro.

Pretto disse que a tarefa da Conab vai poder ser realizada pela ampliação do plantio e da colheita de produtos da agricultura familiar, graças à ampliação do Plano Safra e ao fortalecimento de políticas públicas.

A garantia de compra por preços mínimos pelo governo e a Garantia-Safra, que ressarce pequenos agricultores em caso de destruição da produção por eventos climáticos foram citados pelo presidente do Conab.

A Garantia-Safra, este ano, terá R$ 670 milhões de reais destinados a um universo de 520 mil agricultores familiares, para casos de perda de pelo menos 50% da produção de alimentos. Cada produtor ou produtora recebe R$ 1,2 mil reais, se suas propriedades, de até 5 hectares, tiverem sido atingidas.

Segundo Edegar Pretto, essas modalidades de apoio dadas pelo governo recuperam a confiança dos agricultores em investir tempo e trabalho na produção de alimentos. “Produzir comida neste Brasil voltou a ser um bom negócio, outra vez”, disse.

Por fim, o presidente da Conab afirmou que pequenos produtores, que alugavam pedaços de suas terras para o agronegócio ou, ainda, passaram a dedicar seus esforços para produtos de exportação, estão retornando ao mercado interno.

O Noroeste

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