Um gato adotado pela jovem foi morto e descartado, segundo a polícia. Na casa dela, foi encontrado um filhote de cachorro, várias rações e um lençol com sangue.
A Justiça de Mato Grosso converteu em preventiva a prisão da estudante da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Larissa Karolina Silva Moreira, de 28 anos, presa nessa sexta-feira (13) por suspeita de maus-tratos contra animais, em Cuiabá.
A reportagem tenta localizar a defesa da estudante investigada.
O caso chegou até a polícia por meio de denúncias feitas por diversas ONGs de proteção animal, que notaram um comportamento padrão na mulher, que atuava com o marido.
Segundo a voluntária da ONG Tampatinhas, Kelly Rondon, a suspeita tinha preferência por adotar gatas na fase da adolescência, de quatro a cinco meses de idade.
Durante as investigações, o companheiro de Larissa foi ouvido e apontou que a própria suspeita teria matado um dos gatos. Os policiais foram até o local indicado por ele e encontraram o corpo do animal em um terreno baldio, nos fundos da casa onde a mulher mora.
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O gato foi recolhido e será periciado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que deve confirmar a causa da morte.
O companheiro da estudante foi liberado pela polícia, mas também é investigado no inquérito conduzido pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema)




