Conhecido pelo apelido de Boi, o ex-jogador de vôlei foi morto a tiros enquanto estava dentro do carro, em Cuiabá. — Foto: Reprodução
Everton Pereira Fagundes da Conceição, de 46 anos, conhecido pelo apelido de Boi, morto a tiros em Cuiabá, nessa quinta-feira (10), começou a carreira no vôlei ainda na adolescência e se destacou no esporte devido ao porte físico, altura de 1,97m e potência ofensiva. De acordo com a Polícia Civil, Everton foi morto dentro do carro do suspeito pelo crime, que segue sendo procurado.
O ex-jogador vinha de uma família tradicional de Várzea Grande, região metropolitana da capital, e foi criado entre os bairros Cristo Rei e Jardim Glória. Ele era filho do ex-goleiro João Fagundes da Conceição, conhecido como “Fagundão”, que jogou no Operário Várzea-grandense nos anos 80.
Com apenas 16 anos, Everton foi convocado para a Seleção Brasileira infanto-juvenil de vôlei e, junto com a equipe, conquistou o título mundial de 1995, em Porto Rico. No ano seguinte, foi campeão sul-americano da categoria, no Paraguai. Após as conquistas, ele entrou para o voleibol profissional e passou por clubes nacionais e internacionais.
Em quadra, ele ocupava a posição de Oposto. No Brasil, ele fez parte de times como Fiat/Minas, Suzano, São Caetano e Vôlei Futuro. Na carreira internacional, Everton jogou no NEC Blue Rockets, time da cidade de Fuchū, no Japão, onde se destacou como um dos principais pontuadores da liga japonesa. Ele ainda passou por clubes da Espanha e da Argentina.
Everton ‘Boi’ foi morto com cerca de três tiros dentro do carro. Câmeras de segurança registraram o momento em que o carro em que a vítima e o suspeito, identificado como Idirlei Alves Pacheco, estavam se aproximou de um posto de gasolina na região.
Inicialmente, foram encontrados sinais de cinco disparos na caminhonete, dos quais cerca de três atingiram Everton nas costas e cabeça. Após o crime, o suspeito fugiu do local a pé com a arma utilizada e entrou em um outro carro, que ainda não foi identificado pela polícia.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Rogério Gomes, Idirlei e Everton eram amigos. O suspeito seria dono da caminhonete onde o crime ocorreu e teria pedido para que o ex-jogador o levasse a um determinado local, como parte do plano para matá-lo. Ainda segundo o delegado, Idirlei é ex-companheiro da mulher com quem a vítima estava se relacionando e não aceitava o fim do relacionamento.
A morte do ex-atleta está sendo investigada pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) da capital.
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