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quarta-feira, fevereiro 25, 2026
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Aos 67 anos, taxista conquista carro novo com crédito da Desenvolve MT

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Ser taxista, para Eduardo Gomes, é mais do que uma profissão: é um símbolo de superação e amor pelo que faz. Aos 67 anos, ele atua no ponto da Praça Alencastro, em frente à Prefeitura de Cuiabá, onde voltou a trabalhar com carro próprio após enfrentar sérias dificuldades de saúde — incluindo um transplante que o obrigou a vender o veículo com o qual atuava.

Determinado a retomar a independência no trabalho, Eduardo passou dois anos alugando carros de terceiros, até conseguir reunir parte do valor necessário para a compra de um novo automóvel. A virada veio com o apoio da Desenvolve MT, instituição de fomento do Governo do Estado, que ofereceu crédito com juros baixos e condições facilitadas para aquisição de veículos voltados ao transporte de passageiros.

Na Desenvolve MT, me ofereceram os menores juros, a chance real de recomeçar. Consegui comprar o carro que eu queria e, hoje, estou trabalhando com tranquilidade, já tenho reservas para as férias e até adiantei parcelas. Isso muda tudo na vida da gente”, comemorou o taxista.

O caso de Eduardo ilustra o impacto positivo da linha de crédito Desenvolve Transporte, criada especialmente para motoristas autônomos, taxistas, mototaxistas, cooperativas e empresas do setor de transporte. O financiamento permite a compra de veículos novos ou usados, além de manutenção, garantindo segurança, qualidade no serviço e valorização do profissional.

Em 2025, a Desenvolve MT já liberou R$ 1,5 milhão em crédito para taxistas, por meio de 23 operações em diversos municípios do estado. A iniciativa reforça o papel da instituição como parceira do trabalhador mato-grossense, oferecendo crédito justo para quem deseja crescer com dignidade e autonomia.

Para Eduardo, além da conquista financeira, a nova fase representa um reencontro com o prazer de atender bem os passageiros.

Ser taxista é fazer o que eu gosto, com amor e carinho. A melhor parte é poder escolher meu ritmo, conversar com os passageiros, criar laços que muitas vezes viram amizade. Eu acho que qualquer profissão, se você não fizer com amor, não dá certo”, finaliza.

*Sob supervisão de Daniel Costa



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