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Cinegrafista é preso por aliciar menor a passar a mão nas partes íntimas dele em VG

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A Polícia Civil prendeu André Anderson Santos Rezende, de 35 anos, pelo crime de estupro de vulnerável, em Várzea Grande. Ele é cinegrafista e trabalhava como servidor comissionado da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), mas foi exonerado após as acusações virem à tona.

Ele vinha sendo investigado pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande (DEDMCI/VG), após ser flagrado por câmeras de segurança como o condutor de um veículo em que a menor, de 10 anos, teria sofrido a violência sexual.

A prisão ocorreu nesta sexta-feira (13), em decorrência de cumprimento de mandado de prisão preventiva, decretada pela 1ª Vara de Violência Doméstica de Várzea Grande, na DEDMCI/VG. Após os procedimentos legais cabíveis junto à unidade policial, ele foi colocado à disposição da Justiça.

Do crime

O crime teria ocorrido nas imediações da escola pública em que a menor estuda, no bairro Nova Fronteira, em 4 de fevereiro de 2026. Dois dias depois, a mãe da vítima procurou a DEDMCI/VG para registrar o fato.

Conforme relato, no trajeto até sua escola, a menor teria sido abordada pelo suspeito, que teria oferecido uma carona. Ao entrar no veículo, ele teria tocado nas pernas da criança, constrangendo a tocar nas partes íntimas dele. Após a consumação do ato libidinoso, o suspeito teria deixado a criança em outro ponto, nas proximidades da escola.

Da investigação

Logo após ser acionada, a Polícia Civil instaurou inquérito policial para identificar e prender o suspeito.

A partir de então, foram iniciadas diligências investigativas, que culminaram na identificação do suspeito. Ele seria proprietário do veículo flagrado pelas câmeras de segurança existentes nas imediações do local dos fatos.

Diante dos elementos colhidos durante a investigação, a delegada DEDMCI/VG, Paula Gomes Araújo, representou pela prisão preventiva do investigado, medida que foi deferida pelo Poder Judiciário, com o objetivo de resguardar a ordem pública, bem como proteger a integridade física e psicológica da vítima.

Da alegação

O investigado alega que apenas teria dado carona à vítima e que ela teria se assustado. Em razão disso, teria a deixado nas imediações da escola.

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