A Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística (Sinfra) lançou nesta quarta-feira (4) um novo edital de licitação para construir os terminais e o centro de controle operacional do BRT (Bus Rapid Transit, na sigla em inglês).
Em janeiro, um leilão terminou sem propostas quando o preço era de R$ 111 milhões. Agora, o edital apresentou um valor de R$ 130 milhões em lote único, sendo 17,12% maior.
O lote único significa, na prática, que a empresa vencedora executará todas as obras.
A licitação está marcada para o dia 18 de março, por meio do Sistema de Aquisições Governamentais (Siag).
A empresa vencedora ficará responsável por elaborar os projetos executivos e, em seguida, iniciar a construção das unidades, sendo terminais de Várzea Grande, do CPA e do Porto, no qual deve funcionar o centro de controle operacional.
As obras do BRT seguem em andamento em cinco frentes, o que exige atenção dos motoristas ao passar por esses locais. Confira:
A previsão de contrato dessas obras citadas é até abril deste ano, de acordo com a Sinfra.
Já no Complexo Leblon são outras duas frentes de trabalho. Veja:
O terminal de Várzea Grande será construído em uma área próxima ao Aeroporto Marechal Rondon, em continuidade à Avenida João Ponce de Arruda. Já o Terminal do CPA será construído entre a Avenida do CPA e a Avenida Osasco, quase em frente ao Comando Geral da Polícia Militar.
Por último, o Terminal do Porto e o CCO estão localizados na Avenida XV de Novembro, em área ao lado do supermercado Atacadão, entre a Rua Comandante Suídio e a Travessa Paiaguás.
Os terminais terão área para operação dos ônibus, plataformas de embarque e desembarque e pátio de recarga. Além de estrutura para atender passageiros, como banheiros.
Já no centro de controle operacional funcionará todo o comando da operação. O Sistema BRT funciona com informação em tempo real sobre as viagens e tempo de espera para a chegada do próximo veículo.
Inicialmente, o modal escolhido era o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que foi projetado para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil.
As obras do projeto de implantação do VLT custaram mais de R$ 1 bilhão para os cofres públicos do estado e foram marcadas por corrupção e entraves judiciais ao longo dos anos.
Por isso, em dezembro de 2014, as obras foram interrompidas. Quatro anos depois, o governo decidiu romper o contrato com o consórcio VLT e, depois, decidiu substituir o modal pelo Ônibus de Transporte Rápido (BRT).
Os trilhos do VLT foram vendidos para a Bahia, onde foram implementados e já estão em funcionamento. Por aqui, as obras do novo modal ainda avançam na cidade e região metropolitana.
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