Com o preço mais caro dos ovos de Páscoa, as famílias mato-grossenses devem gastar menos na data comemorativa, passando de 49% na intenção de compra do ano passado para 44,1% neste ano. É o que aponta um levantamento do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio (IPF-MT).
Os dados mostram, ainda, uma redução de 21,23% na média de gasto em relação a 2025, passando de R$ 281,41 para R$ 230,11.
A expectativa também é de uma queda na movimentação econômica no comércio estimado em torno de R$ 223 milhões. O valor é menor quando comparado com o ano passado, quando se projetou uma movimentação de R$ 390 milhões no estado.
A pesquisa ouviu 512 pessoas em 32 municípios do estado entre os dias 10 e 16 de março. A margem de erro estimada é de 4 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Segundo a Fecomércio, o cenário aponta para um consumo mais moderado. A postura é de prudência por parte dos mato-grossenses em relação aos gastos e ao impacto disso no orçamento familiar.
A maior parte dos entrevistados, cerca de 59,3%, disse que pretende gastar até R$ 200, e outros 25,2% pretendem consumir até R$ 400.
Os chocolates predominam na preferência de consumo com 60,18% dos entrevistados disseram que devem procurar ovos de Páscoa industrializados, seguidos por 20,80% que irão consumir ovos artesanais, 14,60% que optaram por caixas de bombom e 9,29% por barras de chocolate.
O consumo de pescado também foi lembrado por 4,87%, uma vez que a data que precede a Páscoa, a Sexta-feira Santa, também deve contribuir para o faturamento de estabelecimentos que comercializam ou preparam esse tipo de produto, segundo a pesquisa.
Os supermercados devem ser os locais mais procurados pelos entrevistados, cerca de 54,87%, enquanto 20,35% pretendem comprar de autônomos ou vendedores independentes, e 19,03% em lojas do centro da cidade.
A pesquisa destacou o comportamento dos mato-grossenses com relação à forma de pagamento, revelando que 45,58% dos entrevistados disseram que pretendem pagar via PIX, seguidos por 34,51% que vão utilizar o cartão de crédito e 13,27% o cartão de débito.
Entre os participantes que afirmaram que não irão aproveitar a data, 60,14% disseram não ter o hábito de comemorar, enquanto 27,27% alegaram falta de condições financeiras, seguidos por 4,90% que informaram não ter disponibilidade de tempo.
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