As exportações de Mato Grosso somaram US$ 3,2 bilhões em março de 2026, registrando crescimento de 16,9% sobre igual intervalo do ano anterior. O desempenho é resultado, principalmente, das vendas externas de commodities agrícolas, colocando o estado na 4ª posição no ranking nacional, respondendo por 11% das exportações brasileiras.
A série histórica mostra que as exportações vêm mantendo trajetória de crescimento ao longo dos últimos anos, com picos recentes e superando o recorde anterior de US$ 2,5 bilhões em fevereiro de 2023, conforme dados estatísticos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Nas importações, o estado teve participação de 0,56%, ficando na 18ª colocação nacional com US$ 140,7 milhões negociados e que representam queda de 7% na comparação anual. As aquisições de produtos de outros países seguem em patamar significativamente inferior, o que contribui para sucessivos superávits comerciais.
Em março, a balança comercial estadual fechou o 3º mês do ano com superávit de US$ 3,1 bilhões, mantendo Mato Grosso como um dos principais geradores de saldo positivo no país. A corrente de comércio, que soma exportações e importações, alcançou US$ 3,4 bilhões em março, evolução de 15,6% em relação a março de 2025, indicando maior dinamismo nas relações comerciais internacionais do estado.
A demanda asiática impulsionou os embarques de produtos matogrossenses em março, com a China liderando quase metade do mercado. As exportações destinadas ao gigante asiático atingiram a marca de US$ 1,5 bilhão, o que representa uma fatia de 47,6% de tudo o que o estado enviou ao exterior. O crescimento em relação ao período anterior foi de 13,10%, uma variação absoluta positiva de US$ 177,5 milhões.
Além da China, outros países do bloco asiático mostram relevância no portfólio mato-grossense, sendo Tailândia (4,6%), Indonésia (3,8%), Bangladesh (4,5%) e Vietnã (2,3%). Embora a Ásia concentre a maior parte do volume financeiro, Mato Grosso mantém relações comerciais ativas com diversos blocos como Europa, com destaque para a Turquia (4,2%), Espanha (3,8%) e Países Baixos (2,4%), além de África, liderada pela Argélia (2,6%) e Américas, com México (2,5%) e Estados Unidos (1,4%).
Após enfrentar oscilações, com fevereiro de 2023 registrando valor FOB (Free on Board) de US$ 2,5 bilhões e queda de 7,70%, a linha de exportações demonstra uma tendência de alta consistente ao longo de 2025, entrando em 2026 com viés de crescimento, aponta o Mdic.
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