O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), usou o “Reaja Brasil”, ato pró-anistia ao ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL), no domingo (7), para retaliar qualquer possibilidade de aliança de seu partido com o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em Mato Grosso na próxima eleição. Sem citar nomes, Abilio ironizou a candidatura de Janaina Riva (MDB) ao Senado, acusando a deputada de não pertencer à direita.
Em um discurso direcionado aos presentes no ato, Abilio enfatizou que a eleição será a prova de fogo para a direita, visto as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) perante o campo, na tentativa de “barrar os excessos”, pauta defendida pelos bolsonaristas. Por isso, eleitores precisam se atentar aos “novos Fávaros” – referenciando ao senador Carlos Fávaro (PSD), que por certo tempo era alinhado ao discurso de centro e hoje caminha ao lado da esquerda -, por ser ministro do Governo Lula (PT), e elegerem políticos alinhados com a direita.
“Temos novos Fávaros na política mato-grossense e não é questão de gênero, não cai nessa conversa não. Nós teremos mulheres de direita na política, assim como já temos. Mas, uma coisa é certa, não podemos aceitar covardes e omissos na política. Se a pessoa que ser candidata a senado [referindo a Janaina Riva], mas tira foto com os caras que cometem atrocidades, que lado ela vai estar? . O único deputado federal do MDB que luta com a gente é o Osmar Terra, o resto sempre de centro. Agora, teremos uma senadora do MDB aqui? Com meu voto não vai ser. Meu voto não terá não. A gente não vai entregar o nosso país para políticos em cima do muro”, disparou Abilio.
Poucas horas após a fala, a própria deputada fez questão de vir às redes sociais e rebater as críticas do bolsonarista. Sem ataques, Janaina lamentou a fala do prefeito e afirma que o debate sobre as eleições deve ser deixado para o ano eleitoral, como rege a lei, que há outras pautas importantes a serem discutidas. Para ela, essa obsessão pelo poder é o motivo de os políticos estarem tão desacreditados aos olhos da população.
“O debate eleitoral tem que ficar para o ano eleitoral e o período eleitoral, determinado pela nossa legislação eleitoral brasileira. Mas, para esse ano, temos outras grandes pautas para ser tratadas. Antes de debatermos qualquer pauta eleitoral, temos que fazer nossa parte. Por isso que os políticos estão tão desacreditados, porque a gente diz que vamos fazer e a grande maioria só vê debates para o poder e não é isso que devemos fazer”, finaliza.
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