Governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), fez um discurso duro nesta sexta-feira (14), durante a entrega de maquinários a prefeitos do Estado, na Arena Pantanal, sobre o projeto de lei que concede reajuste linear de salário de 6,8% aos servidores do Poder Judiciário, aprovado em primeira votação e que deve ser votado em segunda votação na próxima semana.
“Infelizmente essa decisão [projeto de lei do reajuste] não está nas minhas mãos e eu peço aos senhores deputados que reflitam bem sobre isso. Estamos diante de uma decisão que pode abrir a janela para aumentar muito o gasto dentro da administração pública, e aí não vai ter mais o tempo que vivemos nos últimos anos. Prestem atenção no que eu estou falando”, disse Mendes.
Conforme o governador, se o projeto for aprovado o Estado vai ter um impacto direto nos convênios e repasses. “Do contrário, vai ter que aumentar imposto e eu não vou mandar uma proposta neste sentido, ou vamos ter que cortar quase R$ 2 bilhões de investimentos nas cidades”, disse o governador aos prefeitos.
“Poucos anos atrás o governo estava quase quebrando. Tem prefeito aqui que se lembra de ficar 11 meses sem receber repasse da saúde. Se nós não tivermos responsabilidade com as nossas decisões, aquele tempo volta”, emendou o governador.
Mauro Mendes fez questão de destacar que o gasto do governo com pessoal aumenta cerca de 5% ao ano acima da inflação. Para completar, foi direto: “não podemos fazer para um Poder o que não podemos fazer para todos”.
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