Mãe chegou a ser agredida, mas foi poupada depois que o mandante do crime contra o jovem negou autorização para a morte dela. Willyan Junior, de 19 anos, foi morto com mais de 10 tiros, segundo a polícia.
O grupo investigado por matar Willyan Junior Rodrigues da Silva, de 19 anos, nesse domingo (1°), em Cuiabá, fez uma chamada de vídeo para pedir autorização para o chefe da facção para também matar a mãe da vítima que estava na casa, segundo a Polícia Civil.
O delegado Bruno Abreu explicou que a mãe de Willyan foi poupada do crime depois que o mandante negou a autorização, “alegando que ela apenas defendia o filho”. Ainda assim, a mulher chegou a ser agredida na cabeça com a arma pelos criminosos.
No ano passado, Willyan fugiu para a Bolívia após receber ameaças de facções criminosas e permaneceu escondido até o mês passado. Pouco depois de retornar a Cuiabá, a casa onde estava foi invadida pelos criminosos.
O jovem foi morto com pelo menos 13 disparos e teve o celular roubado, conforme as investigações. O caso é investigado pela Polícia Civil, que busca identificar os criminosos e esclarecer a motivação do crime.
O delegado disse que, no momento do assassinato, a mãe ainda tentou proteger o filho. “O recomendado é não reagir. Ela foi muito corajosa mas não é o indicado a fazer”, ressaltou.




