Parque aquático fica em Guriri, São Mateus, no Espírito Santo — Foto: Reprodução/ TV Gazeta
A família da menina de 3 anos que morreu afogada em um parque aquático em Guriri, em São Mateus, na Região Norte do Espírito Santo, na segunda-feira (2), realizava a primeira viagem à praia. Os turistas são de Aripuanã, em Mato Grosso, e a viagem de volta para a casa já estava agendada.
O pai da criança contou que pouco antes do afogamento dela, ele estava com outro filho em um toboágua. A menina, que estava na parte infantil de uma piscina, se perdeu por alguns segundos e, quando foi encontrada, já estava afogada.
A criança chegou a ser socorrida pelo pai, por pessoas que estavam por perto e por funcionários do parque. Ela foi levada de carro até o Hospital Estadual Roberto Silvares, mas não resistiu e morreu.
Na manhã desta terça-feira (3), os familiares da vítima estiveram no Serviço Médico Legal de Linhares (SML) para a liberação do corpo.
Segundo o Corpo de Bombeiros, que emite o documento, o alvará de incêndio e pânico do parque aquático Guriri Beach Acqua Park estava vencido desde 2022. Apesar de realizar a emissão, a responsabilidade de renovar a autorização é da empresa.
Em nota, a corporação disse que “no momento em que tomou conhecimento de que o estabelecimento em questão encontrava-se com o alvará de funcionamento vencido, foi imediatamente adotada a medida administrativa cabível, com o deslocamento de equipe de fiscalização ao local para a devida notificação.”
O Corpo de Bombeiros também ressaltou que a ausência do alvará vigente não tem relação técnica ou legal com a morte por afogamento da criança, “que envolve outra natureza de risco e de responsabilidades.” O documento é uma exigência prevista na legislação.
Segundo a corporação, uma vistoria está sendo realizada nesta terça-feira (3). O objetivo é elaborar um relatório que informe aos proprietários as restrições do local. Caso não haja risco iminente de segurança contra incêndio e pânico, o local vai funcionar normalmente enquanto passa pelo processo de regularização.
A gestão do Guriri Beach Acqua Park não se manifestou sobre a morte da menina, mas informou, nas redes sociais, que o parque está fechado durante toda a semana.
A presença de guardiões ou salva-vidas no espaço também é responsabilidade da administração do local. “Não compete ao Corpo de Bombeiros a fiscalização da existência ou não desses profissionais, tampouco a gestão operacional do empreendimento.”
O Corpo de Bombeiros apenas fica à disposição para ofertar treinamentos e a qualificação dos profissionais, “sempre que formalmente solicitado, contribuindo para a redução de riscos e a preservação de vidas.”
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