Oito pessoas foram conduzidas em flagrante neste domingo (22) suspeitas de agredir uma jovem de 23 anos, grávida de três meses, em Tapurah, a 389 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Militar, o grupo também é investigado por envolvimento com facção criminosa.
A vítima foi levada ao Hospital Regional do município com lesões pelo corpo, sangramento, dor abdominal e dor de cabeça. A equipe médica acionou a polícia após o primeiro atendimento.
Ainda no hospital, um homem relatou que a agressão ocorreu durante uma confraternização. Após a denúncia, os policiais foram até o local indicado e abordaram os suspeitos. Foram encaminhados à delegacia quatro homens, de 17 a 33 anos, e quatro mulheres, de 16 a 25 anos.
De acordo com a polícia, todos têm passagens por crimes como tráfico de drogas e ligação com facção criminosa.
O caso é investigado pela Polícia Civil.
O aplicativo ‘SOS Mulher MT’ é uma das alternativas criadas para ajudar vítimas de violência doméstica em Mato Grosso. O aplicativo conta com um botão do pânico, por meio dele a vítima pode fazer um pedido de socorro quando o agressor descumprir a medida protetiva.
O Botão do Pânico virtual está disponível, por enquanto, nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres e Rondonópolis.
Nos outros municípios do estado, a plataforma pode ser acessada para as outras funções, como direcionamento à medida protetiva online, telefones de emergência, endereços das Delegacias da Mulher, Plantão 24h, denúncias sobre violência doméstica e também acesso à Delegacia Virtual para registro de ocorrências.
A Lei Maria da Penha foi sancionada em 7 de agosto de 2006 com o objetivo de criar mecanismos para prevenir e impedir a violência doméstica e familiar contra a mulher.
Segundo a Lei Maria da Penha, a violência doméstica contra a mulher envolve qualquer ação baseada no gênero, ou seja, a mulher sofrer algum tipo de violência apenas pelo fato de ser mulher. Segundo o Instituto Maria da Penha, essa violência pode ser dos seguintes tipos:
As medidas protetivas são ordens judiciais que buscam proteger pessoas que estejam em situação de risco, perigo ou vulnerabilidade. A Lei Maria da Penha prevê a solicitação de medidas protetivas para impedir a prática da violência doméstica.
São dois tipos: as voltadas para o agressor, para impedir que ele se aproxime da vítima; e as voltadas para a vítima, para garantir a sua segurança e a proteção dos seus bens e da sua família.
Qualquer mulher que esteja passando por uma situação de violência doméstica e familiar, independente do tipo de ameaça, lesão ou omissão.
A solicitação da medida protetiva pode ser feita em delegacias, Ministérios Públicos ou na Defensoria Pública. A mulher não precisa estar acompanhada de um advogado para fazer o pedido.
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