Fundadora da revista Camalote havia superado um câncer de pâncreas com metástase em 2025 e compartilhava a luta contra a doença nas redes sociais.
A jornalista e empresária Lauristela Guimarães, fundadora da revista Camalote, morreu após complicações de um câncer no cérebro, depois de ter superado um câncer de pâncreas com metástase no ano passado, em Cuiabá, nesta segunda-feira (9).
Em nota, o Governo de Mato Grosso lamentou a morte da jornalista e destacou a trajetória dela na comunicação do estado. O governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes manifestaram solidariedade aos familiares e amigos.
“Recebemos com muita tristeza a notícia do falecimento da jornalista Lauristela Guimarães. Profissional talentosa e sensível, ela marcou a comunicação mato-grossense com seu olhar atento à cultura, à sociedade e às histórias do nosso Estado. Neste momento de dor, manifesto minha solidariedade aos familiares, amigos e colegas de profissão, desejando que Deus conforte o coração de todos”, disseram em nota.
Cuiabana, Lauristela construiu carreira no jornalismo mato-grossense e atuou como repórter em veículos de imprensa, entre eles o jornal Estado de Mato Grosso, o Grupo Gazeta e a TV Brasil Oeste. Com o passar dos anos, passou a atuar também como empresária e assumiu a direção da revista Camalote.
Além do jornalismo, Lauristela também era formada em Direito. Ao longo da carreira, ela se tornou referência no jornalismo social e cultural em Mato Grosso. Ela também empreendeu no setor de turismo e era proprietária de uma pousada boutique localizada em Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá.
Nos últimos anos, a jornalista compartilhou nas redes sociais relatos sobre a luta contra o câncer, onde falava sobre fé e superação. O velório está previsto para começar às 11h30 desta segunda-feira, na Capela Jardins, no Bairro Bandeirantes, em Cuiabá.




