Três pessoas que tiveram o envolvimento identificado em um homicídio ocorrido em Barra do Garças foram presos em flagrante pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (19), menos de 24 horas após o crime.
Entre os presos estão três homens, sendo um de 29 anos e dois de 20 anos de idade, que responderão pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
A vítima, Richard Rodrigues dos Santos, de 28 anos, foi decapitada. O corpo foi achado dia 12 deste mês.
A investigação foi conduzida pela 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças com apoio da Delegacia de Alto Araguaia, com apoio de outras unidades da instituição e demais forças de segurança. As diligências iniciaram imediatamente após a comunicação do desaparecimento da vítima e da posterior localização do corpo às margens do Rio Garças, no município de Pontal do Araguaia.
As circunstâncias indicavam a prática de homicídio qualificado seguida de ocultação de cadáver. Desde os primeiros levantamentos, equipes da Polícia Civil, da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e do Corpo de Bombeiros Militar atuaram de forma integrada na preservação do local, coleta de vestígios e realização das providências periciais necessárias para a produção da prova técnica.
Também foram realizadas buscas complementares para localização de outros elementos relacionados à dinâmica criminosa. Durante a investigação, os policiais civis realizaram levantamentos de informações, oitivas de testemunhas, trabalhos de campo e análise de dados, permitindo a reconstituição de parte significativa dos fatos e a identificação dos indivíduos supostamente envolvidos.
As diligências desenvolvidas pela equipe de investigação possibilitaram a prisão em flagrante de um dos suspeitos, de 29 anos, em Barra do Garças.
A partir das informações produzidas pelos investigadores, a Polícia Civil de Alto Araguaia localizou e prendeu os outros dois envolvidos, ambos de 20 anos de idade, demonstrando a efetiva integração entre as unidades policiais.
As investigações apontam, em tese, possível relação dos investigados com facção criminosa, hipótese que continua sendo apurada por meio de diligências complementares e produção de novas provas, visando ao completo esclarecimento dos fatos e à responsabilização de todos os envolvidos.





