Renato Oliveira Aragão, de 32 anos, era cabo da PM e professor em um projeto social no Centro de Referência de Assistência Social (Cras).
A morte do policial militar Renato Oliveira Aragão durante uma aula de jiu-jitsu em Várzea Grande (MT), nesta terça-feira (4), teria sido motivada por um suposto relacionamento dele com a esposa do suspeito identificado como Jonathan Vieira dos Santos, segundo o delegado Rogério Gomes.
A reportagem tenta contato com a defesa do Jonathan.
De acordo com o delegado, o suspeito foi detido pelos próprios alunos do projeto social e, após ser encaminhado à delegacia, permaneceu em silêncio durante o interrogatório.
Ainda conforme a investigação, Jonathan chegou a registrar um boletim de ocorrência meses antes, no qual relatava o suposto envolvimento entre a mulher e o policial.
O investigado deve passar por audiência de custódia ainda nesta quarta-feira (5) e permanecerá à disposição da Justiça.
O crime
Renato foi morto enquanto dava aula de jiu-jítsu em um projeto social realizado no Centro de Referência de Assistência Social (Cras), em Várzea Grande. Segundo a polícia, o militar foi atingido por cerca de seis tiros. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Pronto-Socorro de Várzea Grande, mas não resistiu aos ferimentos.
O suspeito foi imobilizado pelos alunos até a chegada da Polícia Militar. Após a prisão, ele foi levado ao Centro Integrado de Segurança (Cisc) do bairro Parque do Lago.
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