À imprensa, o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), se posicionou contrário e vê como “incoerente” o fato de o Congresso Nacional ter votado contra o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao aumento de R$ 165 milhões do Fundo Partidário.
O Congresso está exigindo isso do Governo Federal. Mas, se ele exige isso do Governo Federal, como é que ele aumenta a despesa no processo eleitoral? É uma grande incoerência. Me desculpe… todos os parlamentares que votaram estão sendo incoerentes, perderam a responsabilidade e capacidade de exigir um corte de despesa do Governo Federal”.
Mendes disse que não acompanhou a votação no Congresso e, questionado sobre o posicionamento da bancada federal de Mato Grosso, disse que não foi consultado.
“Não fui consultado, mas se fosse consultado, eu teria dito exatamente o que estou dizendo agora. Acho que nós temos que conter gastos desnecessários. E o gasto eleitoral não é um gasto necessário. É muito dinheiro jogado nas eleições enquanto está faltando dinheiro para um monte de coisa nesse país”, completou o governador.
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