O policial militar Heron Teixeira Pena Vieira e o caseiro Alex Roberto de Queiroz Silva foram denunciados pelo Ministério Público de Mato Grosso pela morte do advogado Renato Nery — Foto: Reprodução
A Justiça determinou que o policial militar Heron Teixeira Pena Vieira e o caseiro Alex Roberto de Queiroz Silva sejam submetidos ao Tribunal do Júri pelo assassinato do advogado Renato Nery, em Cuiabá. A decisão foi proferida na última sexta-feira (22) pelo juiz Francisco Ney Gaíva.
O documento não apresenta uma data para o julgamento, que deve ocorrer na 1ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá. O juiz não se pronunciou sobre a condenação dos réus, apenas reconheceu que há provas do crime e indícios de autoria e participação, determinando que o caso seja julgado pelo júri popular.
Heron foi apontado como intermediário do crime, responsável por receber dinheiro e a arma, além de contratar Alex para executar o assassinato.
Quem são e como agiram os investigados
Além de Heron e Alex, outras seis pessoas são investigadas por envolvimento direto no assassinato de Renato Nery. Veja abaixo quem são:
Negociações e motivo do assassinato
O policial militar Heron confessou ter sido contratado para matar o advogado e que contratou Alex para executar Renato. Ele afirmou à polícia que recebeu R$ 200 mil para matar e, desse valor, pagou R$ 50 mil ao caseiro para a execução.
Nery foi baleado quando chegava no escritório dele, em julho de 2024. Segundo a Polícia Civil, o atirador já estava esperando pelo advogado e, após atirar, fugiu do local em uma moto. Uma câmera de segurança registrou o momento.
Em julho, após matar o advogado em frente a um escritório na Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá, o caseiro fugiu de moto para uma chácara no bairro Capão Grande, em Várzea Grande.
O trajeto foi flagrado por diversas câmeras de segurança e no dia 8 de julho, a polícia conseguiu acesso à última imagem, que mostrava a moto a menos de 2 km da chácara. Com isso, dois dias depois, as equipes procuram a moto na região.
Segundo o delegado Bruno Abreu, a presença da polícia perto da chácara assustou os suspeitos, que tentaram simular um confronto para justificar o abandono da arma do crime e culpar outras pessoas.
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