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Câncer de endométrio exige atenção às mudanças hormonais nas mulheres

O câncer de endométrio, que se desenvolve no revestimento interno do útero, está entre os tumores ginecológicos mais incidentes no Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é de mais de 7,8 mil novos casos a cada ano no país, reforçando a importância de conhecer os sinais e fatores de risco associados à doença.

O sintoma mais frequente é o sangramento vaginal fora do período menstrual ou após a menopausa. Outros pontos de atenção incluem corrimento anormal, desconforto pélvico e dor persistente. Embora nem sempre estejam relacionados ao câncer, esses sintomas devem ser avaliados por um médico.

Marcos Rezende, oncologista clínico da Oncomed-MT (CRM 7850/MT | RQE 6171), destaca que alterações hormonais estão entre os principais fatores de risco para o câncer de endométrio, especialmente em situações como obesidade, menopausa tardia, menarca precoce e ausência de gestações. “As alterações hormonais, em especial a maior exposição ao estrogênio sem o equilíbrio da progesterona, representam um ponto de atenção importante para todas as mulheres, e o risco é ainda maior a partir dos 50 anos”, explica o especialista.

Além das alterações hormonais, o histórico familiar de câncer ginecológico, síndrome dos ovários policísticos e uso inadequado de terapias hormonais também podem aumentar a probabilidade de ocorrência da doença.

O médico reforça ainda que o diagnóstico precoce é decisivo para ampliar o sucesso do tratamento. “Sangramentos irregulares ou fora do período menstrual nunca devem ser ignorados, mesmo que a mulher pense que fazem parte do envelhecimento. Observar os sinais do próprio corpo e procurar um médico rapidamente pode fazer toda a diferença no sucesso do tratamento”, alerta.

O tratamento varia conforme o estágio da doença e pode incluir cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou terapias hormonais. Em estágios iniciais, as chances de sucesso são altas, reforçando a importância da atenção aos primeiros sinais.

Setembro em Flor – O câncer de endométrio é uma realidade que pode ser enfrentada com informação e cuidado. É nesse sentido que o Setembro em Flor se torna um importante momento de conscientização, lembrando que ouvir o corpo, manter consultas regulares e buscar atendimento médico diante de qualquer alteração são atitudes simples que podem salvar vidas.

Diretor técnico responsável: Marcelo Benedito Mansur Bumlai CRM-MT 2663

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