O secretário-chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Fábio Garcia (União), reagiu às críticas feitas pelo senador Jayme Campos (União), que o chamou de “frouxo” e “fraco” por não ter disputado internamente, em 2024, a indicação do partido para a Prefeitura de Cuiabá.
Em entrevista à Rádio Cultura, Garcia afirmou que sua posição à época foi resultado de um acordo político firmado dentro do União Brasil, que previa que a escolha do candidato ao Palácio Alencastro caberia ao governador Mauro Mendes, então presidente estadual da sigla.
Segundo o chefe da Casa Civil, a decisão foi construída de forma consensual entre as lideranças do partido e respeitada por todos os envolvidos. Ele ressaltou que não houve recuo pessoal, mas cumprimento de um entendimento previamente estabelecido.
Garcia também comentou sobre o futuro político de Jayme Campos dentro da legenda. De acordo com ele, assim como sua eventual pré-candidatura passou por análise interna, qualquer pretensão do senador seguirá o mesmo rito partidário.
O secretário afirmou ainda que o União Brasil definirá seus rumos no momento adequado, após discussões internas, e que não cabe antecipar decisões sobre candidaturas antes do debate formal dentro do partido.
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