A unidade começará a atender a população a partir de janeiro de 2026, pelo Sistema Único de Saúde (SUS) Crédito - Antonio Pinheiro | Secom-MT
O Hospital Central do Estado de Mato Grosso ofertará serviços da alta complexidade em saúde. Dentre as especialidades previstas para o hospital, estão: cirurgia do aparelho digestivo, ortopedia, urologia, cirurgia oncológica, cirurgia vascular, cardiologia, neurocirurgia e hemodinâmica.
A unidade será inaugurada pelo Governo de Mato Grosso no dia 19 de dezembro, em Cuiabá, e começará a atender a população a partir de janeiro de 2026, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os serviços do Hospital Central serão implementados em quatro etapas, que devem ocorrer entre janeiro e abril.
“O foco do Hospital Central será atender os casos mais graves: as demandas de alta complexidade, sobretudo aquelas que demandam a transferência do paciente para outros estados. O Governo de Mato Grosso investiu para que esse hospital tenha autonomia na realização de procedimentos complexos na área da saúde e tenha o que há de mais moderno em infraestrutura. Essa foi uma determinação do governador Mauro Mendes, para que a população tenha o atendimento de qualidade que merece”, confirmou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.
Segundo o secretário, os equipamentos de ponta adquiridos vão ser diferenciais no atendimento ao cidadão. Além de raio-x, tomografia e ressonância, o hospital contará com um robô cirúrgico que permitirá a realização de cirurgias menos invasivas para o paciente e mais precisas para o cirurgião.
Cabe destacar que o Hospital Central será administrado pelo Einstein Hospital Israelita e que a unidade ofertará atendimentos gratuitos, pelo SUS.
“O Einstein, que vai gerir esse hospital, contratou médicos especialistas preparados para atender a população com excelência. No futuro, a unidade ainda deverá ser habilitada para realizar transplantes, aumentando o número de procedimentos no Estado”, concluiu.
Saiba mais sobre o hospital
O Hospital Central ficou 34 anos com as obras inacabadas, mas teve a construção retomada pela atual gestão do Governo do Estado. A estrutura foi ampliada de 9 mil m² para 32 mil m² de área construída para atender demandas de alta complexidade.
A unidade terá 287 leitos totais, sendo 78 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 18 leitos semi-intensivos, 180 de enfermaria e 11 de isolamento. A estrutura ainda contará com dez salas cirúrgicas, inclusive com a realização de cirurgias robóticas e duas salas de hemodinâmica para realizar procedimentos minimamente invasivos, como cateterismo cardíaco e angioplastia.
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