Funcionários estavam alojados em Várzea Grande e desapareceram — Foto: Polícia Civil
O corpo de Wermison dos Santos Silva, de 21 anos, que estava desaparecido desde 9 de janeiro de 2025, foi identificado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). A vítima havia sumido junto com outras quatro pessoas. A ossada foi encontrada , no dia 21 de outubro de 2025, após a investigação descobrir três covas em uma área de mata em Várzea Grande.
As outras duas ossadas encontradas ainda estão em fase de análise e outros dois corpos não foram localizados.
Segundo o laudo, a causa da morte foi traumatismo crânio-cervical provocado por instrumento cortante. Além disso, os peritos encontraram outras lesões ósseas no corpo, tanto nos membros inferiores, como a coxa, quanto nos superiores, como o ombro, também causadas por objetos cortantes.
A coleta do material biológico de referência dos familiares de Wermison foi feita no Maranhão pelo Instituto de Genética Forense (IGF). O material foi enviado posteriormente para Cuiabá, onde passou por análise no Laboratório Forense.
O resultado do exame genético que confirmou a identificação foi divulgado no dia 27 de novembro de 2025, porém só foi divulgado nesta terça-feira (20). Fábio destaca que a demora no processo pode estar relacionada à dificuldade para coletar amostras genéticas de familiares consanguíneos no estado de origem da vítima.
Os trabalhadores chegaram em Mato Grosso no dia 9 de janeiro de 2025, conforme a Polícia Civil. No dia seguinte foram, supostamente, identificadas como integrantes de uma facção rival e, por isso, foram retiradas pelos criminosos do alojamento no Bairro Jardim Primavera e levadas para outro local.
As investigações apontaram que os trabalhadores foram submetidos ao “tribunal do crime”. Em seguida, foram mortos e tiveram os corpos escondidos. Dois deles foram encontrados no Bairro Perinel.
As vítimas foram identificadas como:
No dia 21 de outubro de 2025, três covas foram encontradas em uma região de mata em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Dentro delas foram encontrados um cadáver, um crânio humano e outros restos mortais.
Pela localização e pelas condições em que as ossadas foram encontradas, a suspeita inicial seria que elas pertencessem aos trabalhadores maranhenses desaparecidos.
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