O advogado Paulo Roberto Gomes dos Santos afirmou em depoimento à Polícia Civil que passou mal momentos antes do atropelamento que resultou na morte da aposentada Ilmes Damis Mendes da Conceição, de 71 anos. Segundo ele, o mal-estar pode ter sido provocado por efeitos do medicamento Mounjaro, utilizado para controle de peso.
De acordo com o relato, o advogado seguia pela via no sentido Cuiabá–Várzea Grande quando começou a sentir fortes dores de cabeça e náuseas. Ainda conforme o depoimento, ele chegou a vomitar cerca de 40 a 50 metros antes do ponto onde ocorreu a colisão.
Paulo Roberto informou que faz uso contínuo de medicamentos para hipertensão e diabetes e levantou a hipótese de que a combinação dos remédios com o Mounjaro possa ter causado a alteração em seu estado físico. “Eu acho que isso aí alterou alguma coisa”, declarou durante o interrogatório.
Mesmo passando mal, o advogado admitiu que continuou dirigindo. Segundo ele, a intenção era parar em uma farmácia para avaliar a situação de saúde, o que não chegou a ocorrer antes do atropelamento.
A Polícia Civil apura se houve negligência ao manter a condução do veículo mesmo diante das condições físicas relatadas. O inquérito busca esclarecer as circunstâncias do acidente e eventuais responsabilidades penais.
O caso está sob investigação da Polícia Judiciária Civil.
A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso (FCDL-MT) reuniu-se com a Corregedoria-Geral…
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quinta-feira (10/9), a lei que zera…
A segunda semana de setembro também trouxe o segundo aumento consecutivo no preço da cesta…
Érica Campos Barbosa, de 28 anos, foi encontrada com diversas perfurações provocadas por tiros no…
Interdição entre os km 454 e 460 ocorre das 8h às 12h para obras de…
Motorista da ambulância, que não teve a identidade divulgada, contou que receberia R$ 5 mil…