O advogado Paulo Roberto Gomes dos Santos afirmou em depoimento à Polícia Civil que passou mal momentos antes do atropelamento que resultou na morte da aposentada Ilmes Damis Mendes da Conceição, de 71 anos. Segundo ele, o mal-estar pode ter sido provocado por efeitos do medicamento Mounjaro, utilizado para controle de peso.
De acordo com o relato, o advogado seguia pela via no sentido Cuiabá–Várzea Grande quando começou a sentir fortes dores de cabeça e náuseas. Ainda conforme o depoimento, ele chegou a vomitar cerca de 40 a 50 metros antes do ponto onde ocorreu a colisão.
Paulo Roberto informou que faz uso contínuo de medicamentos para hipertensão e diabetes e levantou a hipótese de que a combinação dos remédios com o Mounjaro possa ter causado a alteração em seu estado físico. “Eu acho que isso aí alterou alguma coisa”, declarou durante o interrogatório.
Mesmo passando mal, o advogado admitiu que continuou dirigindo. Segundo ele, a intenção era parar em uma farmácia para avaliar a situação de saúde, o que não chegou a ocorrer antes do atropelamento.
A Polícia Civil apura se houve negligência ao manter a condução do veículo mesmo diante das condições físicas relatadas. O inquérito busca esclarecer as circunstâncias do acidente e eventuais responsabilidades penais.
O caso está sob investigação da Polícia Judiciária Civil.
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