33 C
Cuiabá
segunda-feira, março 16, 2026
spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
InícioVereador de MT dirige carro oficial com CNH suspensa até Brasília, e...

Vereador de MT dirige carro oficial com CNH suspensa até Brasília, e Câmara pede apuração

- Advertisment -spot_imgspot_imgspot_imgspot_img

O presidente da Câmara de Vereadores de Cáceres (MT), Flávio Negação (MDB), entrou com protocolo nessa quarta-feira (21) no Departamento Estadual de Trânsito (Detran) para esclarecer a situação em que um vereador foi parado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) por estar dirigindo um carro oficial com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa.

O vereador que assumiu a direção do veículo Jorge Augusto (PP) contou que não sabia que a carteira estava suspensa e que acredita que foi devido ao fato de ter se recusado a fazer o bafômetro em outra ocasião.

O flagrante da polícia ocorreu no dia 30 de novembro do ano passado, quando Jorge, assumiu a direção depois que o motorista teve um mal-estar súbito. Outros três vereadores também estavam juntos no momento.

Em nota pública, Jorge negou que a viagem oficial tenha causado qualquer prejuízo aos cofres públicos e destacou que apenas assumiu a direção do veículo porque era o único que conhecia o trajeto. Ele disse ainda que não sabia que estava com a CNH suspensa.

Jorge explicou a imprensa que o incidente ocorreu ainda durante a ida até Brasília e que o grupo levou o motorista até uma farmárcia na BR em um posto de gasolina antes da PRF, e ele passa bem.

Apesar do susto, não houve qualquer atraso no cumprimento da agenda oficial deles.

Pouco depois, o grupo foi parado pela PRF. Durante a abordagem, os policiais verificaram a suspensão da CNH de Jorge.

O vereador disse que não sabia que a carteira estava suspensa e acredita que isso seja resultado de ter recusado fazer o bafômetro em outra ocasião anterior. Não há detalhes sobre o contexto dessa recusa.

A legislação de trânsito prevê infração gravíssima, o que pode gerar multa de R$ 2.934,70, suspensão do direito de dirigir por 12 meses e até retenção do carro.

O caso ainda está em andamento num procedimento interno da Câmara de Vereadores. O setor jurídico avalia as próximas providências.

- Advertisment -spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
- Advertisment -