O deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil) afirmou que a construção da chapa majoritária do grupo ligado ao governador Mauro Mendes e ao vice Otaviano Pivetta deve ocorrer longe do que classificou como “direita radical”. Para o parlamentar, esse campo ideológico não tem apresentado resultados positivos quando esteve à frente do Executivo.
Em entrevista concedida nesta quinta-feira (19), Botelho disse defender a manutenção da aliança que sustenta a atual gestão estadual, reunindo lideranças que, segundo ele, se posicionam no centro-direita. Na avaliação do deputado, nomes como Mauro Mendes, Pivetta e o senador Jayme Campos não se enquadram no rótulo de radicalismo. “Nunca vi ações deles que caracterizassem uma direita radical”, afirmou.
O deputado também avaliou que, apesar da tendência de polarização no próximo pleito, eleitores mais alinhados ao extremismo devem seguir automaticamente o candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, independentemente de quem seja o nome escolhido. Para Botelho, isso reforça a necessidade de coesão entre as forças do centro-direita.
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