Um idoso de 81 anos foi preso em flagrante na manhã desta quarta-feira (25), suspeito de importunação sexual e ato obsceno, em Campinápolis, a 513 km de Cuiabá. Três mulheres denunciaram o homem em ocasiões diferentes.
Segundo a Polícia Militar, uma das vítimas, de 35 anos, relatou que caminhava nas proximidades da Avenida Flávio Ferreira quando viu o suspeito expondo o órgão genital e se masturbando em sua direção. Ao gritar que acionaria a polícia, o homem fugiu.
Após a denúncia e com base nas características informadas, os militares reforçaram o policiamento na região e localizaram o suspeito em um mercado.
Durante a abordagem, uma segunda mulher, de 48 anos, afirmou que o idoso teria importunado sexualmente a filha dela.
Uma terceira mulher, de 30 anos, também relatou que a filha foi vítima de assédio sexual por parte do suspeito.
A idade das vítimas não foram divulgadas. O suspeito negou as acusações.
O caso segue sob investigação.
O aplicativo ‘SOS Mulher MT’ é uma das alternativas criadas para ajudar vítimas de violência doméstica em Mato Grosso. O aplicativo conta com um botão do pânico, por meio dele a vítima pode fazer um pedido de socorro quando o agressor descumprir a medida protetiva.
O Botão do Pânico virtual está disponível, por enquanto, nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres e Rondonópolis.
Nos outros municípios do estado, a plataforma pode ser acessada para as outras funções, como direcionamento à medida protetiva online, telefones de emergência, endereços das Delegacias da Mulher, Plantão 24h, denúncias sobre violência doméstica e também acesso à Delegacia Virtual para registro de ocorrências.
A Lei Maria da Penha foi sancionada em 7 de agosto de 2006 com o objetivo de criar mecanismos para prevenir e impedir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Segundo a Lei, a violência doméstica contra a mulher envolve qualquer ação baseada no gênero, ou seja, a mulher sofrer algum tipo de violência apenas pelo fato de ser mulher.
O Instituto Maria da Penha aponta que essa violência pode ser dos seguintes tipos:
As medidas protetivas são ordens judiciais que buscam proteger pessoas que estejam em situação de risco, perigo ou vulnerabilidade. São dois tipos: as voltadas para o agressor, para impedir que ele se aproxime da vítima; e as voltadas para a vítima, para garantir a sua segurança e a proteção dos seus bens e da sua família.
Qualquer mulher que esteja passando por uma situação de violência doméstica e familiar, independente do tipo de ameaça, lesão ou omissão.
A solicitação da medida protetiva pode ser feita em delegacias, Ministérios Públicos ou na Defensoria Pública. A mulher não precisa estar acompanhada de um advogado para fazer o pedido.
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