Mulher é morta a facadas e ex é principal suspeito em MT — Foto: Reprodução
Uma mulher de 29 anos foi morta a facadas nesta quinta-feira (26) dentro de casa após uma discussão sobre a separação com o ex companheiro, de 35 anos, no bairro Pedra 90 em Rondonópolis, a 216 km de Cuiabá. A vítima foi identificada como Luiza Regina Oliveira Zanoni.
Depois do crime, o suspeito tentou suicídio, segundo a polícia. Ele foi socorrido pelo Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) e levado ao hospital.
Por volta de meio-dia, a Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência. No local, os militares encontraram o casal caído no chão, com diversos ferimentos de faca.
A mulher tinha ferimentos por todo o corpo, no pescoço, tórax e no maxilar.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local para perícia. A Polícia Civil investiga o caso.
O aplicativo ‘SOS Mulher MT’ é uma das alternativas criadas para ajudar vítimas de violência doméstica em Mato Grosso. O aplicativo conta com um botão do pânico, por meio dele a vítima pode fazer um pedido de socorro quando o agressor descumprir a medida protetiva.
O Botão do Pânico virtual está disponível, por enquanto, nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres e Rondonópolis.
Nos outros municípios do estado, a plataforma pode ser acessada para as outras funções, como direcionamento à medida protetiva online, telefones de emergência, endereços das Delegacias da Mulher, Plantão 24h, denúncias sobre violência doméstica e também acesso à Delegacia Virtual para registro de ocorrências.
A Lei Maria da Penha foi sancionada em 7 de agosto de 2006 com o objetivo de criar mecanismos para prevenir e impedir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Segundo a Lei, a violência doméstica contra a mulher envolve qualquer ação baseada no gênero, ou seja, a mulher sofrer algum tipo de violência apenas pelo fato de ser mulher.
O Instituto Maria da Penha aponta que essa violência pode ser dos seguintes tipos:
As medidas protetivas são ordens judiciais que buscam proteger pessoas que estejam em situação de risco, perigo ou vulnerabilidade. São dois tipos: as voltadas para o agressor, para impedir que ele se aproxime da vítima; e as voltadas para a vítima, para garantir a sua segurança e a proteção dos seus bens e da sua família.
Qualquer mulher que esteja passando por uma situação de violência doméstica e familiar, independente do tipo de ameaça, lesão ou omissão.
A solicitação da medida protetiva pode ser feita em delegacias, Ministérios Públicos ou na Defensoria Pública. A mulher não precisa estar acompanhada de um advogado para fazer o pedido.
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