Uma advogada, que não teve o nome divulgado, foi presa nesta quinta-feira (26) em uma operação da Polícia Civil em Cuiabá e Várzea Grande. Segundo as investigações, ela é suspeita de atuar além da prestação de serviços jurídicos, com participação direta na contabilidade de uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. Ao todo, outras oito pessoas também foram presas na ação.
Em nota a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT), informou por meio do Tribunal de Defesa das Prerrogativas (TDP), acompanhou a operação policial para garantir prerrogativas da profissional. O caso será avaliado pelo Tribunal de Ética e Disciplina (TED) para medidas cabíveis.
Além das prisões, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão domiciliar. A Justiça também determinou o bloqueio de dez contas bancárias e a indisponibilidade de valores ligados aos investigados.
As investigações apontam ainda que a advogada é companheira de um dos principais alvos da operação, que já responde a inquérito na Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) por tráfico e associação para o tráfico.
Ainda conforme a Polícia Civil, a suspeita não se limitava à defesa técnica dos envolvidos. Ela também teria participado da gestão financeira do grupo e atuado em processos judiciais como defensora de outros integrantes da organização.
Em uma ação anterior, a polícia já havia apreendido, na residência da advogada, uma pistola calibre 9 mm, um carregador com 25 munições e um cofre com mais de R$ 10,7 mil em dinheiro em espécie. Segundo a investigação, o valor seria proveniente do tráfico de drogas.
De acordo com a polícia, o grupo tinha estrutura organizada e divisão de funções. O líder seria responsável pelo fornecimento das drogas, enquanto um operador cuidava do fracionamento, da embalagem e da distribuição. Outros integrantes atuavam na venda em pontos conhecidos como “bocas de fumo”. Um dos investigados era responsável por movimentar o dinheiro do tráfico por meio de contas de terceiros.
As ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Várzea Grande e cumpridas pela Denarc, responsável pelas investigações.
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