O ex-governador Mauro Mendes (União Brasil), que é apontado como pré-candidato ao Senado nas eleições de 2026, afirmou nesta terça-feira (24) que não participou de qualquer reunião destinada a discutir a composição da chapa do governador Otaviano Pivetta (Podemos), pré-candidato à reeleição.
Nos últimos dias, circularam informações de que aliados teriam se reunido para debater possíveis nomes para a vaga de vice-governador, entre eles o do deputado federal Fábio Garcia (União Brasil). Mendes, no entanto, negou ter estado no encontro citado.
“Não, eu não estou sabendo dessa reunião no Allure ontem. Pelo menos eu não estive lá. Ontem eu estive numa reunião lá na Casa 10, lá que nós estávamos conversando e não foi conversado na Casa 10 ontem sobre candidatura à vice”, declarou.
Apesar de descartar qualquer participação nas discussões, Mauro afirmou que considera natural o surgimento de especulações sobre a formação das chapas eleitorais à medida que o período eleitoral se aproxima.
Ao comentar a possibilidade de Fábio Garcia integrar a futura chapa de Pivetta, o ex-governador evitou dizer que o assunto já esteja sendo tratado oficialmente. Segundo ele, pelo que tem conhecimento, essa discussão ainda não começou.
“Olha, vamos dizer que não é avaliado, é possível. Agora, essa avaliação não iniciou, pelo menos que eu saiba, ela não iniciou aí”, afirmou.
Mesmo assim, Mendes fez elogios ao deputado federal e destacou sua trajetória política. Segundo ele, Garcia reúne experiência administrativa e política suficiente para disputar qualquer função eletiva.
“O Fábio Garcia é um grande quadro da política, foi meu secretário da Casa Civil, ele tem uma capilaridade política hoje muito grande no Estado de Mato Grosso. Ele é como chefe da Casa Civil, como deputado federal já de segundo mandato. Ele tem todas as condições para ocupar qualquer cargo que ele deseja”, disse.
Mauro também ressaltou que a definição do candidato a vice-governador dependerá, em primeiro lugar, da decisão de Otaviano Pivetta e das lideranças que compõem seu grupo político. “Obviamente isso vai passar por uma análise primeiro do Pivetta e do conjunto de apoios que ele tem”, concluiu.





