InícioMT MAISPivetta diz que espera receber apoio de mais prefeitos e questiona ‘rejeição’...

Pivetta diz que espera receber apoio de mais prefeitos e questiona ‘rejeição’ de WF no PL I MT

- Advertisment -spot_imgspot_imgspot_imgspot_img

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou nesta quinta-feira (25) que acredita na ampliação do apoio de lideranças do PL ao seu projeto de reeleição e criticou o senador Wellington Fagundes (PL), um dos seus possíveis adversários na disputa do Palácio Paiaguas nas eleições de outubro.

Para ele, a declaração de apoio de prefeitos do PL à sua pré-candidatura demonstra um isolamento e falta de prestigio de Wellington dentro de seu próprio partido. Nos últimos dias, o atual chefe do Executivo estadual recebeu declarações de apoio de Cláudio Ferreira (Rondonópolis) e Edilson Antônio Piaia (Campo Novo do Parecis), além do apoio declarado de Abilio Brunini, de Cuiabá.

“Me falem uma coisa. Por que vocês acham que o cara [Wellington] é tão rejeitado assim dentro do partido dele, hein?. Vocês querem puxar a minha língua, querem que eu fale a verdade. As causas disso, eu sou curioso para saber por que as pessoas não o apoiam. Por que será?”, questionou durante conversa com jornalistas  durante a inauguração do Parque Tecnológico de Várzea Grande.

“Qual o político dos Republicanos que não nos apoia?. Qualquer um no Estado [me apoia]. Então, as causas disso, eu sou curioso para saber por que as pessoas não apoiam ele”, completou, ao comparar sua situação política com a do senador.

Pivetta disse acreditar que outros prefeitos e lideranças políticas poderão anunciar apoio ao seu projeto nos próximos meses. “Eu acredito que vai vir mais apoio. E todo apoio é muito bem-vindo. Eu quero governar para todos em Mato Grosso, se eventualmente for reeleito”.

Três vezes prefeito de Lucas do Rio Verde, município ao médio-norte de Cuiabá, o governador ainda comparou suas experiência de gestor com a de Wellington Fagundes, que exerceu somente cargos no Legislativo. “Ele nunca teve uma experiência de fazer gestão. Nós o conhecemos na política, como deputado, ele veio até aqui nessa profissão. Será que isso é uma profissão?. E a vida pública para mim é servir. Isso é governar. Governar é criar alternativa. É pensar em solução mais barata. É fazer bons negócios para a sociedade. Coisa que ele não sabe fazer. Nem para ele. Obviamente não saberá fazer para a sociedade”.

 

- Advertisment -spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
- Advertisment -