O PL confirmou a candidatura Wellington Fagundes ao governo de Mato Grosso. A decisão foi tomada durante convenção realizada nesta quarta-feira (22), em Cuiabá. A escolha do vice não foi definida.
Wellington Fagundes é natural de Rondonópolis, médico veterinário, formado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Atual senador pelo estado, possui mais de 30 anos como parlamentar ininterruptos, dos quais 24 na Câmara dos Deputados.
Outras candidaturas aprovadas na convenção:
Deputados Estaduais:
Após a oficialização, Wellington disse que, se eleito, fará um governo descentralizado para atender, principalmente, as questões sociais.
“A Baixada Cuiabana hoje precisa de um programa de desenvolvimento e eu quero integrar todo o estado, claro, compreendendo as regiões mais diversas. Quero fazer um governo descentralizado, mas também um governo dos mutirões. Eu tenho certeza que esse desafio será grandioso, mas será muito fácil da gente buscar bons resultados através da parceria”, ressaltou.
As convenções são os eventos em que os filiados dos partidos se reúnem para escolher os candidatos nas eleições. A data limite é 5 de agosto.
Na sequência, os nomes devem ser registrados no Tribunal Superior (TSE) até o dia 15 de agosto. A campanha eleitoral começa oficialmente no dia seguinte.
Nas eleições deste ano, em 4º de outubro, os brasileiros vão votar para:
Wellington Antônio Fagundes nasceu em 1º de junho de 1957, em Rondonópolis (MT). Médico veterinário formado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e pós-graduado em Ciência Política pela Universidade de Brasília (UnB), construiu uma carreira política com mais de três décadas de atuação parlamentar ininterrupta. Ao longo desse período, exerceu mandatos na Câmara dos Deputados por 24 anos e, posteriormente, foi eleito senador por Mato Grosso.
Na área da saúde e do enfrentamento à pandemia, Fagundes participou de articulações para viabilizar recursos destinados à conclusão do novo Pronto-Socorro de Cuiabá, à retomada das obras do Hospital Universitário Júlio Müller e ao apoio financeiro às Santas Casas de Cuiabá e Rondonópolis. Também defendeu medidas voltadas ao fortalecimento do Pronampe, à proteção de povos indígenas e ao incentivo ao desenvolvimento de vacinas nacionais.
Como senador, exerceu funções de liderança e comando em diferentes colegiados do Congresso. Foi presidente da Comissão Senado do Futuro, presidiu a Comissão Especial do Pantanal, é presidente da Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura (Frenlogi), além de vice-presidente da Comissão de Infraestrutura e da Frente Parlamentar em Defesa dos Municípios. Também relatou o Orçamento da União em áreas como Educação, Mulher e Direitos Humanos, Defesa e Justiça.
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