“Sou líder do processo, mas não dono da decisão”, disse o presidente da Assembleia Legislativa (ALMT) e do Podemos, Max Russi, ao fim da convenção sem definição de aliança para o governo do Estado. Segundo o líder partidário, até quarta-feira (5) o martelo será batido se vão com Wellington Fagundes (PL), com Otaviano Pivetta (PL) ou o grupo não apoiará ninguém. Amanhã termina o prazo para cadastro da ata de candidaturas.
“Essa é uma articulação muito difícil, pois eu não tenho o direito de errar. Se eu errar, muitos companheiros são prejudicados”, argumentou o deputado.
Na convenção foram definidos nove nomes à Câmara dos Deputados e 25 à Assembleia. Alguns já conhecidos do povo mato-grossense e outros estreantes na política.
Durante a convenção, a cada 10 discursos, oito eram de lamento por não ter o deputado como candidato ao governo. A possibilidade foi ventilada várias vezes e até a noite de segunda-feira (3) havia sido cravada como certa, mas hoje o grupo recusou.“Candidatura própria foi muito cogitada, muito avaliada, uma parcela do partido queria candidatura nossa. Tinha o sonho de ter o Podemos comandando este Estado, mas a maioria entendeu que, neste momento, precisamos fortalecer a chapa de deputados. Compor dentro das possibilidades, alguma coligação. Ocupar espaços e bons projetos. Amanhã é o último prazo e bateremos o martelo junto à executiva”, declarou.
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