O vereador de Cuiabá Dilemário Alencar (União Brasil) fez um balanço do legado de Mauro Mendes, candidato ao Senado, à frente da Prefeitura e do Governo do Estado. Ele destacou a obra do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) iniciada em 2015, a aquisição do Hospital São Benedito e a recuperação do Parque das Águas como as marcas mais visíveis da gestão do aliado em Cuiabá. Também destacou o desempenho de Mauro na saúde estadual e na recuperação das contas públicas.
“Foi ele quem fez o HMC. Ele quem projetou a obra, começou a obra e deixou tudo pronto para que o sucessor continuasse a obra. Ele deixou um cartão postal, que é o Parque das Águas. Vocês lembram como era aquele local? Um depósito de carro roubado, o Mauro foi lá e fez um cartão postal para a cidade. Foi por isso que ele saiu da Prefeitura com mais de 80% de aprovação popular”, declarou em reunião política na noite de quinta-feira (1), no Hotel Fazenda, em apoio à Mauro, Virginia Mendes para candidata federal e Beto Dois a Um a deputado estadual.
Ao tratar da passagem de Mauro pelo Governo do Estado, a partir de 2019, Dilemário traçou um contraste com o cenário que, segundo ele, o ex-governador encontrou.
“Quem não lembra como Mato Grosso estava oito anos atrás? A polícia sem fazer ronda porque o Estado estava devendo e não conseguia pagar nem os postos de combustível, buraco nas estradas pra todo lado e a saúde muito precária. Hoje a gente vê Mato Grosso como outro Estado, sendo um exemplo de administração para o Brasil”.
Na área da saúde, os números sustentam parte desse discurso. Durante a pandemia de Covid-19, em vez de recorrer a hospitais de campanha, o Governo ampliou o Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, com 200 leitos definitivos construídos em pouco mais de 90 dias.
Em discurso, Mauro destacou que um dos seus principais legados como governador foi concluir o Hospital Central, após 34 anos de obra parada. O projeto original foi ampliado e a unidade chegou a 32 mil metros quadrados, com 287 leitos, incluindo 60 de UTI. O hospital foi concluído e entregue em dezembro de 2025, após 34 anos de espera.
“Ficou um prédio de cinco andares, 9 mil metros quadrados, com a obra parada durante 34 anos. Refizemos o projeto, fizemos a obra. Nenhum hospital particular de Mato Grosso chega aos pés daquilo que nós entregamos para atender de graça a nossa população”, disse.
Além do Hospital Central, a gestão de Mauro iniciou a construção de quatro novos hospitais regionais, em Alta Floresta, Juína, Tangará da Serra e Confresa, ampliando a estrutura hospitalar do Estado para atender também a população do interior. Além disso tem a construção do Hospital Universitário Júlio Muller e a aquisição do Hospital Santa Casa.
“Isso é um exemplo de quando você tem as pessoas certas tomando decisão. Essas decisões impactam positivamente a vida de todos nós”, afirmou.
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