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Vinhos, relógios e euros: veja itens apreendidos em operação da PF no TCE-MT

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Garrafas de vinho, relógios de luxo, carros e maços de dinheiro estão entre os itens apreendidos pela Polícia Federal durante a Operação Tomada de Contas, realizada nesta quinta-feira (29), que prendeu o presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo, em Cuiabá.

Imagens divulgadas pela PF mostram diversas garrafas de vinho, carros, relógios de luxo e maços de dinheiro em reais e euros (fotos na galeria abaixo). Durante a operação, a PF também prendeu o procurador do tribunal Grhegory Paiva Pires e outros quatro servidores. A PF não divulgou qual seria a participação deles no esquema.

Galerias Relacionadas

Garrafas de vinhos apreendidas durante a Operação Tomada de Contas — Foto: PF
Relógios apreendidos pela PF durante Operação Tomada de Contas — Foto: Fábio Amato
Relógios apreendidos durante Operação Tomada de Contas — Foto: PF
Caixas de dinheiro apreendidas durante operação da PF — Foto: PF
Notas de euro apreendidas na Operação Tomada de Contas — Foto: PF
Carro apreendido durante Operação Tomada de Contas, — Foto: PF
Carro apreendido durante Operação Tomada de Contas — Foto: PF
Garrafas de vinhos apreendidas durante a Operação Tomada de Contas — Foto: PF
A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou ainda o afastamento dos conselheiros em atividade Guilherme Maluf e Alisson Alencar, e do conselheiro aposentado Valter Albano da Silva, que ainda integrava a Comissão Permanente de Sustentabilidade do tribunal.

A reportagem entrou em contato com a assessoria do TCE-MT, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

A operação

 

A Operação Tomada de Contas cumpre, ao todo, seis mandados de prisão preventiva e 26 de busca e apreensão em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Mais de 180 policiais federais participam da ação, autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Além das prisões do presidente e do procurador do TCE-MT, a PF apreendeu documentos, caixas de dinheiro em espécie, relógios e carros de luxo.

A operação também prevê medidas de acesso a informações protegidas por sigilo e bloqueio de bens relacionados à investigação.

A investigação identificou saques que somam R$ 500 mil atribuídos ao presidente do TCE-MT e movimentações de R$ 33 milhões, em apenas um ano, por um dos suspeitos. A Polícia Federal apura a relação entre essas transações financeiras, os contratos administrativos e o possível direcionamento de recursos públicos.

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