Prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), afirmou à imprensa que não vai revogar o decreto de calamidade antes do término de vigência, que é de seis meses. “Não iremos revogar porque está em fase final. Ele nos permite negociar contratos e dívidas, priorizando o que é essencial para a continuidade da gestão”, destacou o prefeito.
Conforme Brunini, “as empresas que deixaram de prestar serviços ao município, com valores pendentes desde 2022, estão sendo encaminhadas para a central de negociação criada pelo decreto. Já as que têm dívidas de 2023 e 2024 e continuam ativas, recebem propostas diferenciadas para manter os contratos. Isso gera economia, pois algumas oferecem descontos para quitar dívidas, o que contribui para conter despesas”, argumentou o prefeito.
Abílio Brunini fez questão de adiantar ainda que sua expectativa é que a gestão economize, até o final do decreto de calamidade, R$ 180 milhões. Conforme adiantou, somente nos primeiros 100 dias de mandato a gestão economizou R$ 138 milhões.
“O decreto segue em vigor até o fim de junho ou início de julho. Vamos manter essa programação porque não podemos esbanjar recursos. Nosso foco é aplicar com responsabilidade e manter a economia. A meta é chegar a R$ 180 milhões de economia até o meio do ano”, completou.
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