Deputada estadual Janaina Riva (MDB), em entrevista à imprensa, definiu como “positiva” a entrada da Polícia Federal (PF) nas investigações sobre as fraudes envolvendo empréstimos consignados ao funcionalismo público do Estado. “Estamos lidando com uma situação que ultrapassa falhas administrativas. São crimes bancários que exigem uma investigação com o rigor e a estrutura que apenas a Polícia Federal pode oferecer”, disse.
“São dezenas de milhares de contratos suspeitos apenas em uma das instituições envolvidas”, emendou a deputada sobre a Capital Consig, uma das empresas, que tem mais de 12 mil servidores com empréstimos ativos, somando cerca de 60 mil contratos.
Janaína Riva citou como outro ponto grave a questão da margem consignável permitida por lei, que é de 60%. Conforme observou, em alguns casos, além de ultrapassar o valor, antecipavam férias, 13º salário e até outros direitos trabalhistas dos servidores.
“O servidor contrata um valor, recebe menos do que deveria e ainda paga juros sobre o montante cheio. Isso é fraude. Não podemos tratar como simples erro de gestão. É crime financeiro”, destacou Riva.
Segundo Janaína Riva, “é preciso discutir a responsabilidade solidária. Não apenas os bancos devem ser responsabilizados, mas também o Estado, por ter sido conivente ou negligente ao não fiscalizar essas operações”, completou.
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