À imprensa, o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), se posicionou contrário e vê como “incoerente” o fato de o Congresso Nacional ter votado contra o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao aumento de R$ 165 milhões do Fundo Partidário.
O Congresso está exigindo isso do Governo Federal. Mas, se ele exige isso do Governo Federal, como é que ele aumenta a despesa no processo eleitoral? É uma grande incoerência. Me desculpe… todos os parlamentares que votaram estão sendo incoerentes, perderam a responsabilidade e capacidade de exigir um corte de despesa do Governo Federal”.
Mendes disse que não acompanhou a votação no Congresso e, questionado sobre o posicionamento da bancada federal de Mato Grosso, disse que não foi consultado.
“Não fui consultado, mas se fosse consultado, eu teria dito exatamente o que estou dizendo agora. Acho que nós temos que conter gastos desnecessários. E o gasto eleitoral não é um gasto necessário. É muito dinheiro jogado nas eleições enquanto está faltando dinheiro para um monte de coisa nesse país”, completou o governador.
A vereadora e pré candidata a deputada estadual, Michelly Alencar (IB) utilizou a tribuna da…
O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) suspendeu a decisão que havia determinado a…
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (Podemos), classificou como “cortina…
A Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades da Assembleia Legislativa de Mato…
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, recebeu trabalhadores…
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou, nesta terça-feira (14), o aumento temporário de…