Num rápido balanço de seis meses de gestão e do término de vigência do decreto de calamidade adotado no início de governo, o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), fez questão de destacar a situação financeira em que recebeu a prefeitura do seu antecessor, o ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).
Brunini disse que herdou uma dívida de curto prazo de R$ 700 milhões e o não pagamento dos salários dos servidores referentes a dezembro de 2024. “Infelizmente a gente encontrou uma prefeitura com a dívida de curto prazo de R$ 700 milhões e tivemos que trabalhar muito. O Marcelo Bussiki ralou muito, junto com toda equipe, os secretários todos ralaram muito para poder cortar despesas sem afetar o serviço oferecido para a população. A equipe teve um papel fundamental nesse processo”, disse o prefeito.
“Pagámos sete folhas salariais em apenas seis meses. Isso sem comprometer o funcionamento das secretarias”, disse, argumentando que a determinação foi a de colocar as finanças em ordem.
“A nossa prioridade desde o começo da gestão foi colocar as contas numa situação melhor do que a gente encontrou. Quando assumimos, a Prefeitura estava com o salário dos servidores atrasados de dezembro, problemas com o décimo terceiro, com pagamento dos direitos dos servidores. Nós encontramos uma prefeitura cheia de dívidas, sem recurso, em caixa”, afirmou.
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