BRT; Max Russi cita atraso das obras “sem responsabilidade” e ex-prefeito I MT

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), responsabilizou as empresas do Consórcio BRT e o ex-prefeito da Capital, Emanuel Pinheiro (MDB), pelo atraso das obras do BRT (Ônibus de Trânsito Rápido).

Russi disse que empresas “sem responsabilidade” e a ação do ex-prefeito prejudicaram o cronograma da obra.

Emanuel tentou várias vezes na Justiça a troca do modal e criou obstáculos para o andamento dos trabalhos, como a exigência de alvarás, autorizações e licenças.

“Infelizmente, a gente ficou um tempo parado, com o ex-prefeito, empresas sem responsabilidade, empresas que assumem um compromisso e não dão conta de fazer. Nós temos bons empresários e boas empresas. Agora nós temos umas [atuando no estado] que infelizmente deixam muito a desejar”, disse nesta quarta-feira (6) na reabertura dos trabalhos na Assembleia após o recesso.

A declaração ocorreu após ele ser questionado sobre o atraso na obra do BRT, em Cuiabá, que foi dividido em lotes após o contrato entre Governo do Estado e Consórcio ser rompido. Após esse rompimento, o Consórcio tinha 3 meses para terminar os trechos já iniciados, porém o prazo acabou e as obras continuam.

O presidente também cobrou mais rigor do Governo do Estado nas penalidades às empresas que não entregam obras no prazo estabelecido. Segundo ele, é preciso aumentar as multas e ele garantiu que a Assembleia está atuando na fiscalização do andamento dos trabalhos.

“O Estado precisa ser mais rigoroso nas multas, nas execuções dos contratos, para que realmente essas empresas saiam do mercado e não venham pegar obra em Mato Grosso”, afirmou.

O Consórcio Construtor BRT Cuiabá, que executava as obras, é composto pelas empresas Nova Engevix Engenharia e Projetos S.A., Heleno & Fonseca Construtécnica S.A. e Cittamobi Desenvolvimento em Tecnologia Ltda.

“Nós esperamos que o secretário [Marcelo Padeiro] faça a cobrança, execute o processo, cobre as multas e tome as providências necessárias nessa questão. O prazo tem que ser cumprido, se não for cumprido, se houver algum aditivo, tem que explicar o motivo dele, porque essas obras demoradas deixam o motorista sem paciência e com razão”, encerrou.

O Noroeste

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