Um esquema criminoso que funcionava em Aripuanã, a 976 km de Cuiabá, foi desmontado durante a Operação Primatus, realizada pela Polícia Civil nesta terça-feira (16). Além do tráfico de drogas, o grupo extorquia garimpeiros, compradores e donos de áreas de exploração de ouro, cobrando até 2% sobre cada negociação.
Segundo as investigações, os criminosos usavam ameaças e violência para forçar os pagamentos. Eles ainda atuavam na cobrança de dívidas particulares, ficando com parte do dinheiro recuperado.
Ao todo, a Justiça autorizou 62 ordens judiciais:
A operação aponta que o grupo se associou para praticar os crimes de tráfico de drogas, homicídios, extorsões, ameaças, tortura e lavagem de dinheiro. Todos os envolvidos são ligados a uma facção criminosa atuante em Mato Grosso.
Segundo a polícia, as investigações duraram dois meses e mostraram que a facção tinha funções bem definidas: desde chefes, responsáveis por julgamentos e castigos, até integrantes que controlavam a qualidade das drogas distribuídas. O grupo também distribuía cestas básicas para famílias carentes, em uma tentativa de ganhar apoio da população.
A operação reuniu 80 policiais civis de várias cidades e contou com o apoio de unidades especializadas e do Ciopaer.
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