Um homem suspeito de furtar energia elétrica foi preso ao ser flagrado por policiais fazendo ‘gato’ para uma empresa de reciclagem, nessa quarta-feira (29), durante o cumprimento da Operação Energia Limpa, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. A ação foi deflagrada pela Polícia Civil, em conjunto com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e a Concessionária Energisa.
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito oferecia serviços de ligação clandestina de energia, que é conhecido popularmente como “gato”, e poderá responder por crime que prevê pena de até oito anos de prisão.
O homem, que já vinha sendo monitorado pelas equipes de fiscalização, foi flagrado no momento em que realizava uma ligação direta na rede elétrica de um estabelecimento comercial. A empresa de reciclagem, também alvo da operação, possui histórico de furtos de energia e já havia sido autuada anteriormente pelo mesmo tipo de irregularidade.
Durante a ação, a Polícia Civil apreendeu diversos equipamentos utilizados nas fraudes, entre eles uma vara de manobra, um bastão pega-tudo, um cinto de segurança, um par de luvas de borracha, um capacete de proteção e três portas fusíveis.
O gerente de perdas da Energisa Mato Grosso, Luciano Lima, destacou a importância da ação. Segundo ele, a prisão do responsável técnico pelas ligações irregulares representa um avanço significativo no enfrentamento ao furto de energia, já que, na maioria das operações, são identificados apenas os beneficiários do crime.
A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) esclarece que é falsa a imagem…
A Promotoria afirma que os jurados foram identificados e filmados durante a sessão, o que…
Segundo o MPF a Justiça estadual homologou acordo do Parque Cristalino II sem analisar pedido…
Recapeamento do Complexo Leblon altera trânsito entre viaduto da avenida e região do Comper por…
Suspeito, que também era investigado por tráfico de drogas, foi baleado após, segundo a polícia,…
A defesa pediu o adiamento do julgamento para analisar documentos, mas a Justiça entendeu que…