Secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo (União), em entrevista à imprensa, descartou mais uma vez qualquer interesse do governo em continuar o atendimento na Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá a partir de abril de 2026.
Segundo o secretário, o governo não tem qualquer interesse em adquirir o imóvel da Santa Casa. “O governo do Estado nunca omitiu a sua decisão estratégica tomada. É um prédio de 200 anos…existe logicamente um sentimento enraizado com aquele patrimônio, mas hoje ele é muito deficitário no aspecto arquitetônico. Ele não atende os requisitos do Ministério da Saúde para habilitar serviços”, disse o secretário.
“Lá todo dia derrete uma parede, cai pedaço do telhado. Além disso, é um custo muito alto de manutenção”, afirmou Figueiredo, acrescentando que o governo desembolsa cerca de R$ 450 mil por mês apenas pela requisição administrativa do imóvel, além de aproximadamente R$ 500 mil mensais com manutenção.
“Não conseguimos habilitar serviços porque o prédio não atende aos requisitos, ou seja, os recursos são exclusivamente do Estado. “Não existe recurso federal. Tudo é feito com o dinheiro do cidadão mato-grossense”, disse Figueiredo.
Apesar da decisão de governo, Gilberto Figueiredo fez questão de destacar que a requisição administrativa da Santa Casa pelo governo, que está prevista até abril de 2026, poderá ter seu prazo prorrogado até que todos os serviços sejam absorvidos por outras unidades de saúde.
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