À imprensa, o deputado estadual Gilberto Cattani (PL), fez uma dura crítica à moratória da soja, especialmente após recentes desenvolvimentos, como a saída da Abiove do acordo e a aprovação de uma lei estadual que retira benefícios fiscais de empresas signatárias.
Conforme Cattanio, a moratória da soja é uma “afronta” às leis brasileiras. “A moratória da soja é uma afronta às leis nacionais, ao nosso Código Florestal. Faz parte de um acordo internacional feito exclusivamente para punir os nossos produtores rurais, que são quem sustentam de fato o nosso país, o nosso PIB, e principalmente o PIB de Mato Grosso”, disse Cattani.
“Ela afeta diretamente os municípios mais jovens, onde, ao se aplicar a moratória da soja, se perde totalmente a arrecadação. Isso é uma ilegalidade, um crime contra a nossa Constituição. Nós, definitivamente, não precisamos de acordo nenhum. Nós temos o Código Ambiental mais restritivo do planeta”, emendou o parlamentar.
“Aqui o produtor compra uma propriedade e só pode abrir 20% dela. Ele mantém a reserva em pé, é responsável civil e criminalmente por essa área e ainda paga imposto pela propriedade inteira, inclusive pela parte que está preservada”, disse o parlamentar.
“Não só é possível conciliar produção e preservação, como essa já é a realidade de Mato Grosso e do país. Os produtores rurais preservam muito mais do que qualquer outra entidade, até mais do que os próprios ambientalistas”, completou.
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