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Dom Mário Antônio da Silva é o sexto arcebispo de Aparecida desde 1958; veja antecessores

Dom Mário Antônio da Silva é o sexto arcebispo a comandar a Arquidiocese de Aparecida desde a sua criação, em 1958. A nomeação foi oficializada nesta segunda-feira (2) pelo papa Leão XIV.

Aos 59 anos, Dom Mário deixa a Arquidiocese de Cuiabá (MT) para assumir uma das mais importantes sedes da Igreja Católica no Brasil, responsável pelo Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.

A Arquidiocese contempla seis municípios do interior paulista, mas tem alcance nacional por receber milhões de romeiros todos os anos, especialmente no dia 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida.

Veja quem já comandou a Arquidiocese

 

Desde 1958, passaram pela Arquidiocese de Aparecida:

  • Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta (1958–1964)

 

Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta — Foto: Acervo Santuário Nacional

  • Dom Geraldo Maria de Morais Penido (1964–1977)

 

Dom Geraldo Maria de Morais Penido — Foto: Divulgação/Arquidiocese de Juiz de Fora

  • Dom Aloísio Lorscheider (1977–2004)

 

Dom Aloísio Lorscheider — Foto: Reprodução

  • Dom Raymundo Damasceno Assis (2004–2016)

 

Dom Raymundo Damasceno Assis — Foto: Reprodução/TV Vanguarda

  • Dom Orlando Brandes (2017–2026)

 

Dom Orlando Brandes — Foto: Gustavo Marcelino

  • Dom Mário Antônio da Silva (2026)

 

Dom Mário Antônio da Silva foi nomeado novo arcebispo de Aparecida. — Foto: Thiago Leon/Santuário Nacional

Transição segue rito da Igreja

Com a nomeação, Dom Orlando Brandes deixou de ser o arcebispo titular e passou a exercer a função de administrador apostólico — cargo temporário previsto pelo direito canônico para garantir a continuidade da condução pastoral até a posse do novo titular.

Dom Mário tem prazo de até dois meses para tomar posse oficialmente. A cerimônia deve ocorrer até 2 de maio de 2026, mas a data ainda será definida.

Arcebispo emérito

Após a posse, Dom Orlando passa a ser arcebispo emérito. Ele afirmou que ainda avalia onde irá residir — se permanece em Aparecida, caso haja convite do sucessor, ou se retorna para Londrina ou para a casa dos Missionários Redentoristas.

Mesmo deixando o cargo, Dom Orlando disse que pretende continuar atuando em hospitais e santas casas, com foco no atendimento aos mais pobres e doentes. Ao longo de quase sete décadas, a Arquidiocese também contou com bispos auxiliares que colaboraram na condução pastoral da região.

Santuário Nacional de Aparecida — Foto: Lucas Tavares/g1

O Noroeste

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