A instabilidade de mercado de deve à ofensiva dos Estados Unidos sobre o Irã, conflito que resultou no fechamento do Estreito de Ormuz, um dos principais corredores internacionais para escoação de petróleo. Durante entrevista à imprensa nesta quarta-feira (18), Max frisou que a Assembleia não tem muito poder de atuação, por ser uma política nacional, mas que abusos de mercado precisam ser combatidos duramente.
“É algo na faixa de menos de 15% que o Brasil precisa importar, então não é um número elevado e não se justifica alta, porque nós somos produtores e é um percentual pequeno que dá para ser absorvido, então a gente tem essa preocupação. É lógico que é uma política nacional, a gente tem muito pouco poder e condição de trabalhar, mas nós precisamos fazer esse debate, fazer esse debate de forma pública, porque se a gente deixar os abusos, os preços orbitantes acontecem e a população acaba sendo explorada”, argumentou ele.
Questionado sobre a decisão do governador Mauro Mendes (União Brasil), de seguir os demais governadores e não atender Lula no pedido de redução do ICMS, Max pontuou que é uma postura que precisa ser reavaliada. “Eu acho que tudo que a gente conseguir trabalhar para buscar o melhor preço, a melhor condição e uma tranquilidade maior nesse período de incerteza, de guerra, de dúvidas, eu acho que é válido e é importante que os governos de Estado também avancem nessa direção”, completou.
Entre as justificativas, Mauro alega que não pode abrir mão de receita como o Governo Federal. Além disso, o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), sustenta que reduções podem comprometer serviços públicos e que nem sempre os consumidores sentem o efeito na prática das isenções, que se perdem pela cadeia produtiva.
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