Pivetta promete “plano de ataque” para zerar filas na Saúde de MT

O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que pretende adotar um “plano de ataque” para zerar as filas na Saúde de Mato Grosso. A declaração foi dada ao detalhar as prioridades da gestão na terça-feira (31).

Pivetta assumiu o Governo após a renúncia do governador Mauro Mendes (União), que deixou o Palácio Paiaguás para disputar uma vaga no Senado. Segundo ele, a área da Saúde será um dos focos imediatos da sua administração.

“Na Saúde, nós temos a tarefa de colocar para funcionar esses hospitais que nós estamos terminando. Nós precisamos terminar com as filas para diagnóstico, tratamento e cirurgia”, afirmou.

De acordo com Pivetta, a estratégia passa pela ampliação da rede de atendimento e pela adoção de medidas emergenciais para reduzir a demanda reprimida.

“Vamos fazer um plano de ataque para credenciar, inclusive, novos hospitais e avançar nessa pauta”, disse.

 

Outras prioridades

Além da saúde, Pivetta elencou outras áreas consideradas estratégicas para sua gestão, como Educação, Segurança Pública e Infraestrutura, indicando a continuidade de políticas já em andamento no Estado.

Na Educação, ele destacou a intenção de seguir investindo na melhoria da estrutura das escolas e na valorização dos profissionais.

“Avançar, continuar melhorando a infraestrutura escolar, motivação dos professores e professoras, foco na melhoria contínua”, afirmou.

Já na Segurança Pública, o governador afirmou que pretende intensificar investimentos em tecnologia e inteligência, além de reforçar o efetivo nas atividades operacionais.

A ideia, segundo ele, é deslocar servidores que hoje atuam em funções administrativas para o trabalho nas ruas.

“Vamos mobilizar as pessoas que são agentes públicos do Estado, investigadores e escrivães da Polícia Civil, para deixarem atividades administrativas irem para a ponta, ou seja, aumentar a disponibilidade de forças de serviço na ponta”, disse.

Na Infraestrutura, Pivetta reforçou a meta de manter o ritmo de obras, com a previsão de construção de mil quilômetros de rodovias por ano.

“Vem aí a reforma tributária e o Estado precisa aproveitar a capacidade de investimento para levar infraestrutura onde ainda não chegou”, afirmou.

“Só assim nós vamos ter desenvolvimento em todo o Estado, melhorar a vida das pessoas, estrada não é só para transportar, estrada é para as pessoas se locomoverem, para ter dignidade, para ter qualidade de vida e ter segurança”.

O Noroeste

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