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Max rebate Abilio e ironiza excesso de buracos na Capital I MT

O presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi (Pode), minimizou e rebateu as críticas do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), de que o parlamento estadual estaria atacando a capital. Segundo ele, Abilio se equivocou em relação ao novo Hospital Júlio Muller ao dizer que ele passaria para o município de Santo Antônio de Leverger (34 km ao Sul de Cuiabá), afirmando que o gestor estaria com dificuldades de ir até a unidade hospitalar por conta do excesso de buracos nas ruas de Cuiabá.

“Eu acho que ele se invocou nessa fala, o hospital continua no mesmo lugar. Talvez ele não esteja passando por lá, porque tem uma série de buracos nas vias tem até aquele local. Mas o hospital mudou, mudou o CEP. Esse projeto de Lei continua a forma que estão. Então, o hospital Júlio Muller, o hospital de referência, contou com o apoio da Assembleia Legislativa.

Russi afirmou que o parlamento foi parceiro na construção do hospital Júlio Muller, aprovando os projetos e recursos para a obra. “E ele não é um hospital para Cuiabá, ele é um hospital para Mato Grosso. O SUS é porta aberta”, lembrou.

O parlamentar ainda citou o período da pandemia da Covid-19, quando criou postos de vacinação na capital, e a chegada da rodovia estadual até Cuiabá com um terminal.  Ele classificou às críticas de Abilio como um sintoma da proximidade das eleições de outubro, quando o prefeito lançará a esposa, vereadora Samantha íris (PL) para concorrer para deputada estadual.

“Nós vamos ter um momento político nos próximos seis meses. Existe o momento da pré-campanha. Existe o momento de campanha. Vai existir todo tipo de narrativa, todo tipo de debate. Agora, falar com esse grande objetivo”, completou.

A declaração ocorre após Abilio ter lançado a primeira-dama como candidata, afirmando que ela poderá ajudar a capital, que estaria sob ataques.

Além da polêmica do novo Hospital Júlio Muller, Abilio ainda reclamou do projeto de Lei do governo Mauro Mendes (União) aprovado em 2023, que alterou os critérios para os repasses do ICMS aos 142 municípios fez Cuiabá perder cerca de R$ 100 milhões ano.

O Noroeste

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