30 C
Cuiabá
domingo, maio 17, 2026
spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
InícioMT MAISCão sofre queimaduras de segundo grau após banho em pet shop de...

Cão sofre queimaduras de segundo grau após banho em pet shop de Cuiabá

- Advertisment -spot_imgspot_imgspot_imgspot_img

Um pet shop clandestino que funcionava no bairro Jardim das Palmeiras, em Cuiabá, foi denunciado após uma tutora receber o cão de volta de um banho com queimaduras de segundo grau. Segundo a Polícia Civil, o caso ocorreu na última quarta-feira (13).

O animal foi entregue na casa da tutora com ferimentos graves, acompanhado de uma pomada para queimaduras e um frasco de dipirona, que teriam sido administrados enquanto ele permaneceu no estabelecimento.

A reportagem entrou em contato com o estabelecimento identificado como Luxo Banho e Tosa, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Ao ser levado para atendimento veterinário, foi constatado que o cachorro apresentava lesões extensas no abdômen, tórax, laterais do corpo e região genital.

Segundo o veterinário responsável pelo atendimento do animal após os ferimentos, o cão apresentava alterações graves nos exames de sangue, compatíveis com um quadro de inflamação e infecção intensa, além do comprometimento de 50% da função renal.

A tutora do animal, Maria Lucilene Silva Barros, contou que Teddy foi levado pela responsável do local por volta das 8h da manhã e devolvido às 17h, após ela ser informada, por mensagem de texto, de que havia ocorrido um acidente com a máquina de tosa

“Ela não deveria ter trazido ele daquele jeito, simplesmente deixado aqui e ido embora. Minha nora precisou correr atrás de um Uber para levar ele até a clínica, onde recebeu os primeiros socorros. Provavelmente, isso aconteceu ainda pela manhã. Ela tentou amenizar o sofrimento dele no próprio estabelecimento, passando uma pomada, mas aquilo não era suficiente diante da gravidade das queimaduras”, contou.

Após ele ter sido encaminhado para atendimento, a dona do local chegou a se comprometer em auxiliar nos custos do tratamento, realizando um repasse de R$ 600. Até o momento, as despesas veterinárias já somam R$ 2.260.

Ainda segundo Maria, o caso também foi registrado no Procon. De acordo com o órgão, o estabelecimento já acumula outras quatro reclamações anteriores e não possui registro para o funcionamento.

O cão permanece em estado clínico delicado e sem previsão de alta.

- Advertisment -spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
- Advertisment -