O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) criticou a máquina pública pesada e que não traz resultados concretos em benefício para a sociedade. Para isso, defendeu um Estado com “menos cobrança de impostos” para reduzir o peso da carga tributária ao cidadão.
Pivetta disse que a gestão pública precisa ser suficiente para permitir todos os serviços públicos demandados pela população. Ele se define como “desenvolvimentista” e que sua história de vida prova isso.
O governador propôs “o Estado necessário” após um questionamento sobre a polêmica de incentivar ou não as pessoas a deixarem os programas sociais do Governo do Estado e do Governo Federal.
“Temos que ter o Estado necessário, para cobrar menos impostos, e cada vez mais diminuir a carga tributária e estimular os investimentos e os negócios”, disse à imprensa nesta semana.
Ele afirmou ainda que, se reeleito, vai incentivar o empreendedorismo, para que as pessoas tenham a liberdade econômica de conquistar seus sonhos com as ideias planejadas.
“Se por acaso eu continuar, eu vou continuar estimulando o empreendedorismo e me esforçando para que o Estado seja mais leve para a sociedade”, afirmou.
Quando era vice-governador, Pivetta já havia dito que a máquina pública tem que ter obrigação de dar condições para o bem-estar dos cidadãos com obras e investimentos focados na infraestrutura, saúde, educação e segurança pública.
Gestão pública
Ainda ao comentar o assunto, o governador citou o município de Lucas do Rio Verde como referência, o qual o tornou exemplo como gestor público, e onde foi prefeito três vezes em épocas diferentes.
O governador disse que junto com outros apoiadores ditou o ritmo de gestão da cidade, e impactou diversos outros municípios do seu entorno, com um modelo de administração com foco em ajuste fiscal, incentivo aos negócios e desenvolvimento.
“A região que eu influenciei, Lucas, Nova Mutum, Sorriso, Tapurah, Ipiranga, Itanhangá, é uma região que está desenvolvendo e se industrializando”, afirmou.
Ele diz que o planejamento e organização feito pela gestão pública permitiu novos ciclos do desenvolvimento local. “Os empregos estão melhorando, as condições de vida da população estão melhorando, a renda per capta também está melhorando. Eu sou desse pensamento”, disse Pivetta.
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