O alívio na inflação e a expansão do mercado de trabalho deram um novo fôlego ao bolso dos brasileiros e garantiram a recuperação do comércio nacional. As vendas do varejo avançaram 0,5% na passagem de maio para junho, consolidando um crescimento de 1,9% no fechamento do primeiro semestre de 2026 frente ao mesmo período do ano passado.
Com o resultado medido pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do IBGE, o setor atingiu o segundo maior patamar de toda a série histórica, rodando apenas 0,8% abaixo do pico registrado em março deste ano.
De acordo com o IBGE, dois fatores centrais devolveram o poder de compra à população e impulsionaram as lojas no mês:
Metade das oito atividades pesquisadas fecharam o mês no campo positivo, com destaque para a compra de itens essenciais para a rotina das famílias:
No comércio varejista ampliado, que inclui a venda de veículos, peças e materiais de construção, houve um recuo de 1,0% em junho, embora o segmento ainda acumule alta de 1,9% no semestre.
O resultado do comércio fecha o ciclo de indicadores do IBGE sobre a atividade econômica nacional na metade de 2026: a indústria acumula alta de 1,5% no semestre (apesar de ter caído 1,8% em junho) e o setor de serviços acumula expansão de 2,0% no ano.
*Sob supervisão de Gene Lannes
Fonte: Agência Brasil
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